Arquivos mensais: fevereiro 2016

Druida

Druida – nome pelo qual era identificado, entre os Celtas, importante grupo social que desempenhava variadas funções, sendo os responsáveis por manutenção e guarda dos valores da civilização céltica. Modernamente, a preferência etimológica faz o nome derivar de dru-wid, que significa “sábio”. (Azevedo, 1990)

Druidismo – é religião dos druidas, sacerdotes pagãos dos povos celtas que habitavam a Gália e a Bretanha no período anterior ao Cristianismo, mais especificamente entre o século II a.C. e o século II, d.C. (Castanho, s. d. p.)

O druidismo ocorreu entre o século II a.C. e o século II d. C. Sobreviveu apenas em algumas regiões das Ilhas Britânicas, que não sofreram a invasão romana. Foi, mais tarde, suplantado pelo Cristianismo. A influência do Cristianismo, não do Cristianismo que se dogmatizou mas do Cristianismo primitivo, foi extremamente valiosa para a organização desta religião. É que a alma cristã, sendo mais amante, fornecia os elementos básicos para equilibrar espiritualmente a alma céltica, por natureza mais viril.

http://www.ceismael.com.br/artigo/druidismo-e-espiritismo.htm

Espírita

Jamil Salomão

“O espírita é reconhecido pelo esforço que faz para sua transformação moral e para vencer suas tendências para o mal.” – Allan Kardec

O verdadeiro espírita é aquele que aceita os princípios básicos da Doutrina Espírita. Quando se pergunta ao praticante: Você é espírita? Comumente ele responde: “Estou tentando”. Na verdade, a resposta deveria ser sem hesitação: Sou espírita!!! Quanto ao fato de ser perfeito ou qualquer qualificação moral é outro assunto, que não exime o profitente de ser incisivo na sua resposta. Nesse ponto, o praticante não tem que hesitar na sua definição, porquanto Allan Kardec foi claro no seu esclarecimento ao afirmar que se reconhece o espírita pelo seu esforço, pela sua transformação, e não pelas suas virtudes ou pretensas qualidades, raras nos habitantes deste Planeta.

O que acontece com freqüência, seja iniciante ou mesmo com os mais antigos, é que, será mais cômodo não assumir uma postura mais responsável ou permanecer com um pé na canoa e outro na terra. Admite-se até, em determinadas ocasiões que se queira dar uma demonstração de modéstia, mas, que não se justifica sob o ponto de vista de definição pessoal.

A propósito, lembro-me de ter ouvido em uma emissora de rádio da Capital um pronunciamento de um padre católico, ao referir-se aos católicos, que freqüentam os Centros Espíritas para os habituais Passes e a “aguinha fluidificada” e passam a vida sem ter a mínima noção do que representa o Passe e a água. Para esses meio-cá-meio-lá, o mencionado reverendo denominou-se de “catóritas”. Engraçado, não!?

Como chamar os espíritas que se dedicam aos trabalhos nos Centros Espíritas, mas que continuam batizando os filhos, sob o pretexto de que quando maiores escolherão sua própria religião, casam os filhos na Igreja com as pompas e as cerimônias habituais, fazem a Primeira Comunhão com as tradições da Igreja Católica, etc?

Quando os Centros Espíritas se organizarem verdadeiramente, proporcionando aos seus freqüentadores, além do Passe e da Água Fluidificada, a orientação doutrinária, para maior compreensão dos princípios básicos que devem nortear o aprendiz e os trabalhadores na Seara Espírita, certamente, o verdadeiro espírita terá uma nova postura na sociedade, mais convincente, porque passará a distinguir o que é ser espírita, segundo a analogia explicitada por Allan Kardec nas obras básicas organizadas pelo codificador sob a orientação dos Benfeitores Espirituais.

“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.” – Bezerra de Menezes

(Publicado no Jornal A Voz do Espírito – Edição 92: Dezembro de 1998)

VIVÊNCIAS EVOLUTIVAS – HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL

 


Neste artigo apresentamos sinteticamente algumas reencarnações de Allan Kardec, e a sua contribuição filosófica, cientifica e religiosa para a humanidade.

1. SACERDOTE AMENOPHIS – No período de Ramsés II, no antigo Egito. Ilustre sábio da casa do Faraó Seti I, em aproximadamente, 3386 anos, passados, na época da 19ª. Dinastia. Neste mesmo período viveu Moisés. Citado no Livro Faraó Mernephtah de J. W. Rochester.

2. SACERDOTE DRUÍDA – Allan Kardec, revelação dada pelo Espírito Zéfiro em 1856. Espírito protetor, dizendo a Denizard Rivail: Conhecemo-nos quando ambos vivemos nas Gálias entre os Druídas. Chamava-se Allan Kardec. Neste período de 58 a.C., imperador Julius César invadiu as Gálias.

3. CENTURIÃO ROMANO – Quirílius Cornélius que viveu na Palestina como Centurião Romano, na época do Imperador Tibérius César, sendo Pôncio Pilatos o Procurador da Judéia. Esteve diversas vezes com Jesus. Instalou-se em Jerusalém. Entre vários fatos marcantes em sua vida, foi a cura de um servo por Jesus (Mateus, 8: 5-13). Quando Jesus foi preso quis deixá-lo fugir e ofereceu-se a ele para morrer em seu lugar. – Citado no Livro Herculanum de J. W. Rochester.

4. JAN HUSS – Sacerdote, mártir e reformador Tcheco. Nasceu em Husinec em 1369 e morreu em 1415, com 46 anos de idade. Foi o período da pré – reforma da Igreja católica. John Wyclif, muito influenciou Jerônimo de Praga e este a Jan Huss. No final da vida Huss e Jerônimo, atacaram, publicamente, os dogmas romanos. Huss era detentor de um caráter sábio. A Igreja levou-o ao Concílio de Constança para que ele se retratasse, mas, este, manteve a sua doutrina que o Cristo era o chefe da Igreja e não Pedro. Aos 6 dias de Julho de 1415, foi condenado, amarrado em um poste, executado e queimado vivo.

5. HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL – FRANÇA – 1804 a 1869 – SÉCULO XIX – Codificador do Espiritismo. Por uma longa evolução reencarnatória, Kardec foi colhendo o Conhecimento, o Amor e a Coragem que demonstrou na sua última vivência com A Missão.

RESUMO DA BRILHANTE TRAJETÓRIA DESSE ESPÍRITO

AMENOPHIS (Sacerdote) – A Iniciação
ALLAN KARDEC (Druída) – A Sabedoria
QUIRÍLIUS CORNÉLIUS (Centurião) – O Amor
JAN HUSS (Mártir) – O Testemunho
ALLAN KARDEC (Codificador) – A Missão

 

 

João Batista Cabral -Presidente da ADE – SERGIPE (Jan.2005)http://www.redeamigoespirita.com.br/group/recordandoallankardec/forum/topics/vivencias-evolutivas-de-allan

Allan Kardec

Hippolyte Leon Denizard Rivail, (1804 – 1869) foi o codificador do Espiritismo.

Nasceu a 3 de outubro de 1804 em Lyon (França).

Tornou-se educador e entusiasta do ensino, tendo sido várias vezes convidado por Pestalozzi para assumir a direção da escola, na sua ausência. Durante 30 anos (de 1824 a 1854), dedicou-se inteiramente ao ensino e foi autor de várias obras didáticas, que em muito contribuíram para o progresso de educação, naquela época.

Em 1855, o prof. Rivail depara, pela primeira vez, com o fenômeno das mesas que giravam, saltavam e corriam, em condições tais que não deixavam lugar para qualquer dúvida. Passa então a observar estes fenômenos; pesquisa-os cuidadosamente, graças ao seu espírito de investigação, que sempre lhe fora peculiar, não elabora qualquer teoria pré-concebida, mas insiste na descoberta das causas. Aplica a estes fenômenos o método experimental com o qual já estava familiarizado na função de educador; e, partindo dos efeitos, remonta às causas e reconhece a autenticidade daqueles fenômenos. Convenceu-se da existência dos espíritos e de sua comunicação com os homens.

Grande transformação se opera na vida do prof. Rivail: convencido de sua condição de espírito encarnado, adota um nome já usado em existência anterior, no tempo dos druidas: Allan Kardec.

De 1855 a 1869, consagrou sua existência ao Espiritismo; sob a assistência dos Espíritos Superiores, representados pelo Espírito da Verdade, estabelece as bases da Codificação Espírita, em seu tríplice aspecto: Filosófico, Científico e Religioso.

Além das obras básicas da Codificação (Pentateuco Kardequiano), contribuiu com outros livros básicos de iniciação doutrinária, como: O que é o Espiritismo, O Espiritismo na sua mais simples expressão, Instruções práticas sobre as manifestações espíritas e Obras Póstumas.

A estas obras junta-se a Revista Espírita, “jornal” de estudos psicológicos, lançado a 1.º de janeiro de 1858 e que esteve sob sua direção por 12 anos.

É também de sua iniciativa a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em 1.º de abril de 1858 – primeira instituição regularmente constituída com o objetivo de promover estudos que favorecessem o progresso do Espiritismo.

Assim surgiu o Espiritismo: com a ação dos Espíritos Superiores, apoiados na maturidade moral e cultural de Allan Kardec, no papel de codificador.

Com a máxima “Fora da caridade não há salvação”, procura ressaltar a igualdade entre os homens, perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.

E a este princípio cabe juntar outro: “Fé inabalável é aquela que pode encarar a razão face à face, em todas as épocas da humanidade”. Esclarece Allan Kardec:

“A fé raciocinada que se apóia nos fatos e na lógica, não deixa qualquer obscuridade: crê-se, porque se tem certeza e só se está certo, quando se compreendeu”.

Denominado “o bom senso encarnado” pelo célebre astrônomo Camille Flammarion, Allan Kardec desencarnou aos 65 anos, a 31 de março de 1869.

Em seu túmulo, no cemitério de Père Lachaise (Paris), uma inscrição sintetiza a concepção evolucionista da Doutrina Espírita: “Nascer, Morrer, Renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”.

Fonte: União das Sociedades Espíritas de São Paulo

História do Espiritismo

No século 19, um fenômeno agitou a Europa: as mesas girantes.

Nos salões elegantes, após os saraus, as mesas eram alvo de curiosidade e de extensas reportagens, pois moviam-se, erguiam-se no ar e respondiam a questões mediante batidas no chão (tiptologia).

O fenômeno chamou a atenção de um pesquisador sério, discípulo do célebre Johann Pestalozzi: Hippolyte Leon Denizard Rivail.

Rivail, pedagogo francês, fluente em diversos idiomas, autor de livros didáticos e adepto de rigoroso método de investigação científica não aceitou de imediato os fenômenos das mesas girantes, mas estudou-os atentamente, observou que uma força inteligente as movia e investigou a natureza dessa força, que se identificou como os “Espíritos dos homens” que haviam morrido. Rivail fez centenas de perguntas aos Espíritos, analisou as respostas, comparou-as e codificou-as, tudo submetendo ao crivo da razão, não aceitando e não divulgando nada que não passasse por esse crivo.

Assim nasceu O Livro dos Espíritos. O professor Rivail imortalizou-se adotando o pseudônimo de Allan Kardec.

 

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GRATIDÃO


A cada dia, a diversidade de acontecimentos tende a invadir o nosso cotidiano, pressões do dia a dia, níveis vibracionais dos mais diversos que podem vir a tumultuar a nossa mente e o nosso bem estar.

Nesta frequência, aumenta a dificuldade de nos voltarmos para dentro de nós mesmos. Pessoas que pelo azedume de palavras, semblantes contraídos, e o afastar das virtudes, vem agravando a própria evolução existencial, gerando cada vez mais a infelicidade. Nada acontece ao acaso e a cada dia mais aprendemos com as dificuldades. O mar calmo não faz o bom marinheiro. Para manter a mente saudável é preciso filtrar cada pensamento que tende a se infiltrar nas profundezas da mente, e analisar a natureza dos sentimentos que surgem, e estar alerta para as ações que possam comprometer nossa atual existência. Dado esse primeiro passo é estar atento para a gratidão da oração. Mantenha e amplie o hábito da oração em forma de oração. Será muito mais harmonioso identificar sentimentos, palavras e pensamentos desequilibrados, e recorrer à oração junto à Divindade pela graça de estar fortalecido e evoluindo.

A prece é um recurso que dirigimos ao Divino Pai. Quando nos sentimos frágeis para combater os pensamentos infelizes, é hora de acessar a Divindade em cada partícula de nosso corpo existencial e universal. É tempo de falar a Ele sobre a fraqueza que carregamos ou a tristeza que nos abate e o Pai dos Céus nos enviará o auxílio necessário. É preciso ser merecedor, pois um coração agradecido se comunica com Deus. E nesta linha de reflexão é que educando as crianças, deixaremos de punir os adultos.

Estando em sintonia com a gratidão, nos caminhos da prosperidade, encontraremos pessoas prósperas, leituras reveladoras que causam impactos em nossa forma de aprender. Sem dúvida, cada influência muito contribui para as próximas escolhas e podemos seguir com essa alegria e harmonia, e neste grau de envolvimento, benefícios de um aprendizado efetivo calcado na alegria de aprender na pedagogia do afeto.

Tudo está na mente profunda e na forma de pensar em conexão com o sentir e agir. O princípio da depressão tem sua essência no passado, assim como a ansiedade, no futuro e normalmente, estão ligadas as emoções, pensamentos negativos e relacionados aos níveis de preocupações, dificuldades e contrariedades. É preciso ampliar e manter a tendência de viver apreciando experiências agradáveis. Nossa mente é um imã mental e espiritual que atrai tudo o que damos a atenção.

A atenção é a chave da vida e a vida é água corrente e não água estagnada. Se a depressão é caracterizada pelo pensamento negativo, é fácil assumir que as pessoas depressivas absorvam mais as experiências negativas da vida, mais do que o normal, mas não é somente isso, também está relacionada com jogos de escolhas e de aparências. A habilidade de tomada de decisão entre o real e o imaginário, entre o prazer e o desprazer, está envolvida também em tarefas cotidianas, como compras e encontros. A gratidão é sempre algo muito positivo e quanto mais agradecemos, mais felizes nos tornaremos. As pessoas prósperas constroem a condição de prosperidade porque pensam, sentem e agem de forma diferente da maioria das pessoas. A ordem do progresso é a mudança, quem não muda a si mesmo, não muda coisa alguma.

O encontro entre uma pessoa e a prosperidade não acontece ao acaso ou por sorte, mas é um encontro muito bem programado e planejado pela Sincronicidade. E para conseguir conquistar a sua prosperidade, você terá que ser diferente e guiado por sua essência e os seus valores internos. E esta reforma íntima começa com o não julgamento, o perdão e o amor incondicional. Nossas digitais não se apagam das vidas que tocamos. Boas energias! Eu acredito em você.

Artigo por Gilberto Pompermayer – segunda-feira, 17 de junho de 2013-portal da educação

Autoconhecimento e reforma íntima

“Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal?

Um sábio da antiguidade vo-lo disse: Conhece-te a ti mesmo.”

Então, penso que temos três fatores que devem ser trabalhados em conjunto, por todo aquele que almeja a renovação espiritual: autoconhecimento, reforma íntima e caridade. Vamos, agora, analisar um pouco cada um destes aspectos.

Autoconhecimento

Tudo começa por aqui. Não adianta você querer reformar algo que mal conhece. Antes de qualquer reforma, é fundamental conhecer aquilo que se deseja transformar. Isso não significa que precisemos ser sábios para iniciarmos a reforma íntima. Na verdade, penso que a sabedoria vem justamente com a mudança interior. Mas a nossa transformação, que ocorre gradativamente, precisa estar alicerçada em um trabalho de investigação interna. Precisamos aprender a olhar para nossa realidade íntima com sinceridade, com imparcialidade, mas também com acolhimento, com carinho, sem autojulgamento e autopunição desnecessários. Na verdade, é impossível você realmente amar o próximo se não ama e não aceita a si mesmo.

Então, precisamos estar constantemente nos autopercebendo, atentos ao que ocorre em nosso mundo interno. O que nos irrita, o que nos causa medo, nos atrai, nos magoa… e como reagimos às diversas situações que surgem na vida. Ou seja: autoconhecimento é a percepção e compreensão dos nossos pensamentos, emoções, sentimentos e ações físicas. É estarmos conscientes da nossa realidade, cada vez mais.

Mudança interior

Conscientes daquilo que sentimos ser a fonte de sofrimento, precisamos mudar nossos hábitos para cessar o sofrimento. Quando digo hábitos, me refiro aos nossos processos psicoemocionais, e não apenas aos nosso comportamento. Somos viciados em emoção, presos a padrões de pensamentos repetitivos que atrapalham nosso amadurecimento espiritual. Então, é preciso boa vontade para mudar, abandonando de vez aquilo que nos faz sofrer.

Caridade

É mais do que assistência social. No fundo, é estarmos de coração aberto, dispostos a acolher aqueles que vêm ao nosso encontro, no dia a dia. É o espírito de gratidão e a vontade de repartir, com todos, as bênçãos da paz que conquistamos. Isso acontece não porque queremos algo em troca, mas porque nossa “alma” pede. Caridade é ter fome de amar!

Autoconhecimento, reforma íntima e caridade. Esses são, na minha opinião, os três pontos chaves da evolução. Precisam ser trabalhados em conjunto, constantemente!

Escrito por Victor Rebelo   

Depressão e autoconhecimento

Autor: Wanderley S. de Oliveira

Páginas: 252

A cura real de todas as doenças está na intimidade de cada um de nós. O que ainda não sabemos é como acessar esses talentos e potenciais curativos na vida mental com os quais conseguiremos o tão almejado estado de saúde.

A proposta de tratamento complementar da depressão aqui abordada tem como foco a educação emocional e comportamental para aprender a lidar com esta dor, que, muito antes de ser mental, é moral.

LIVROS DIVERSOS EM PDF

KARDEC

livro dos espiritos

O Que e o Espiritismo (Allan Kardec)

RAMATIS

fisiologia da alma

Mediunismo (psicografia Hercilio Maes – espirito Ramatis)

ANDRE LUIZ

Andre Luiz – Missionarios da Luz

Andre Luiz – Conduta Espirita

Andre Luiz – Ação_e_Reação

JUNG

C. G. Jung – O Homem e seus Símbolos

PNL

4 – PNL – A nova tecnologia do sucesso

3 – joseph-o-connor-e-john-seymour_-_introducao-a-pnl_-_como-entender-e-influenciar-pessoas

Os_Segredos_da_Mente_Milionária

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Amit-Goswami-O-universo-autoconsciente

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Lauro Trevisam O Poder Infinito Da Sua Mente

O Poder do Subconsciente

Reforma Intima Sem Martirio (psicografia Wanderley S. de Oliveira – espirito Ermance Dufaux)