Arquivos mensais: agosto 2015

RAMATIS

fundo_ramatis-201x300“Ramatís viveu na Indochina, no século X, e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia.

Foi filho de uma vestal chinesa que abandonou o convento para casar com um tapeceiro hindu, Era de inteligência fulgurante e desencarnou bastante moço, com 33 anos. Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu Ramaiana.(2) Foi adepto da tradição de Rama, naquele época.
Os que leem as mensagens de Ramatis e estão familiarizados com o simbolismo do Oriente, bem sabem o que representa o nome “Rama-tys” ou Swami Sri Rama-tys”, como era conhecido nos santuários da época.
Informa-nos Ramatís que, após certa disciplina iniciática a que se submetera na China, fundou um pequeno templo iniciático na Índia, à margem da estrada principal que se perdia no território chinês.
O templo que fundou foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Cada pedra da alvenaria recebeu o toque magnético e pessoal de seus futuros iniciados. Alguns deles estão reencarnados atualmente em nosso mundo, e já reconheceram o antigo mestre Ramatís através desse toque misterioso, que não pode ser explicado a contento na linguagem humana. Sentem-no por vezes, e de tal modo, que as lágrimas lhes afloram aos olhos, num longo suspiro de saudade!
Embora tenha desencarnado ainda moço, Ramatís pôde aliciar setenta e dois discípulos. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, da Índia, da Grécia, da China e até da Arábia. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica “túnica azul” e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático.
A não ser vinte e seis adeptos que estão no Espaço (desencarnados) cooperando nos labores da “Cruz e do Triângulo”, o restante disseminou-se pelo nosso orbe. Sabemos que dezoito reencarnaram no Brasil; seis nas três Américas, enquanto que os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia”

(Mensagens do Astral, Editora do Conhecimento).

As vestais (em latim virgo vestalis), na Roma Antiga, eram sacerdotisas que cultuavam a deusa romana Vesta. Era um sacerdócio exclusivamente feminino, restrito a seis mulheres que seriam escolhidas entre a idade de 6 a 10 anos, servindo durante trinta anos.